Pesquisa personalizada

domingo, 16 de janeiro de 2011

Cientistas criam galinhas geneticamente modificadas que não transmitem a gripe aviária


NOVA YORK - Cientistas anunciaram nesta sexta-feira que conseguiram modificar os genes de galinhas para impedir a transmissão da gripe aviária. O vírus da doença é perigoso para os humanos, e a descoberta ajudaria a evitar uma possível pandemia.

A pesquisa foi feita pela Universidade de Cambridge em parceria com a Universidade de Edinburgh. Os pesquisadores afirmaram que, durante a experiência, as galinhas continuaram ficando doentes quando expostas ao vírus H5N1, mas deixaram de transmitir a doença.

- A prevenção da transmissão do vírus entre as galinhas pode diminuir drasticamente o impacto da doença na economia, além de salvar a vida de milhares de pessoas - afirmou o veterinário Laurence Tiley, da Universidade de Cambridge e coordenador da pesquisa.

O vírus H5N1 tem circulado pela Ásia, Oriente Médio e Europa, e desde 2003 tem causado a morte de centenas de milhares de aves. Ele raramente infecta humanos, mas quando isso acontece é quase sempre mortal. A Organização Mundial de Saúde registrou 516 casos desde 2003. Dos infectados, 306 morreram.

O medo dos especialistas é de que o vírus evolua e passe a infectar as pessoas mais facilmente, causando uma pandemia na qual milhões de pessoas em todo o mundo morreriam.
 
Fonte: O Globo

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Chá verde pode ajudar na prevenção do Alzheimer e do câncer

 
O chá verde é usado na medicina tradicional chinesa há séculos. No Brasil, ele ganhou fama de ser um aliado para quem quer emagrecer. Agora, um estudo publicado na revista Phytomedicine aponta que esse tipo de chá também tem um papel vital na proteção do organismo contra o câncer e pode ser eficaz no combate das principais causas do Mal de Alzheimer.

A pesquisa foi realizada na Universidade de Newcastle, no Reino Unido, e tinha como principal objetivo investigar se as propriedades do chá verde ainda estavam ativas depois de serem ingeridas e se elas realmente eram absorvidas pelo organismo.

De acordo com Ed Okello, um dos responsáveis pela pesquisa, as propriedades do chá verde são potencializadas durante o processo de digestão. "As substâncias químicas resultantes da digestão da bebida são realmente mais eficazes contra as principais causas do desenvolvimento de Alzheimer do que a forma não digerida do chá",diz.

Dois compostos são conhecidos por desempenhar um papel significativo no desenvolvimento da doença de Alzheimer – o peróxido de hidrogênio e uma proteína conhecida como beta-amilóide. Estudos realizados anteriormente demonstraram que compostos conhecidos como polifenóis, presentes no chá verde, possuem propriedades neuroprotetoras que impedem que as substâncias que causam a doença se fixem no cérebro.

"Além disso, descobrimos também que os compostos digeridos tinham propriedades anticancerígenas que diminuíram significativamente o crescimento das células tumorais usadas em nossos experimentos”, complementa o pesquisador.

O próximo passo dos pesquisadores é descobrir qual a quantidade ideal de consumo da para que ela tenha um efeito protetor no organismo humano. 
 

Dieta de aveia acelera em 60% a perda de peso, afirma pesquisa


Se sua resolução de ano novo é emagrecer, aí vai uma dica preciosa: de acordo com especialistas, a aveia, mais do que um simples complemento alimentar, é uma grande aliada para a perda de peso. A conclusão é de uma pesquisa realizada recentemente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Resultados iniciais do estudo mostraram que, quando o cereal é introduzido em uma dieta de baixa caloria, a perda de peso é bem mais significativa: 60% maior.

Segundo a professora Ana Maria Lottenberg, coordenadora do estudo, nos 16 dias da fase inicial, sem qualquer outra mudança no estilo de vida além da dieta, os pacientes que consumiram aveia chegaram a perder cerca de 2,6% do peso corporal. O mesmo não aconteceu com voluntários que, durante o teste, ingeriram uma cápsula semelhante, porém, sem aveia.

"Quando as pessoas ingeriram placebo (comprimido sem aveia), a média foi menor, 1,5%. Esta diferença pode ser explicada pela sensação de saciedade daqueles que comeram o cereal", diz. A aveia é rica em beta-glucana, uma fibra solúvel que, além de deixar o bolo alimentar por mais tempo no trato digestivo - o que mantém a pessoa satisfeita -, reduz a absorção de gordura e glicose, que são excretadas nas fezes, além de ajudar a baixar o colesterol ruim (LDL).

Segundo Ana Maria, essa fibra, também presente em outros grãos integrais como centeio, cevada e trigo, contribui ainda para a redução do diabetes e doenças cardiovasculares - frequentes em quem sofre de obesidade. Embora a aveia possa ser utilizada em todas as refeições, é importante restringir a quantidade diária, adverte o estudo. Em excesso, ela pode fazer até mal à saúde.

"Mesmo que a fibra traga muitos benefícios e seja rica em proteína, vitamina E, cálcio e zinco, em excesso ela diminui consideravelmente a absorção de gordura pelo corpo, prejudicando a captação de outros nutrientes", alerta a nutricionista Renata Pigliasco.

Por isso, o recomendado, segundo Renata, são duas colheres de sopa de farelo de flocos grossos por dia. "E para completar a dieta, muita água para ajudar o intestino a funcionar regularmente e não haver prisão de ventre", aconselha a nutricionista.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Estudo: laticínios integrais podem diminuir risco de diabetes


WASHINGTON - Cientistas da Universidade  de Harvard, nos Estados Unidos, identificaram uma substância natural na gordura de laticínios que pode reduir substancialmente o risco de diabetes tipo 2. As informações são do site Science Daily.

O composto, de nome ácido trans-palmitoléico, é um ácido encontrado no leite, queijos, iogurte e manteiga. Leva este nome quando é encontrado fora do corpo humano.

Pessoas que possuem altos níveis dele no sangue têm 62% a menos de chances de desenvolver diabetes tipo 2. Estudos anteriores em animais apontara quem o ácido pode proteger também contra a resistência à insulina.
Não se sabe quantas porções diárias de laticínios são necessárias para atingir os níveis mais altos do ácido no sangue. Segundo os cientistas, é provável que o consumo ideal varie entre três e cinco porções diárias.

Alimentos em cápsulas são aliados na prevenção e tratamento de doenças

 
Alimentos que aparentemente apenas fazem parte da dieta do dia a dia podem oferecer também benefícios medicinais como prevenção e tratamento de doenças. São os chamados nutracêuticos.

Atuam na melhora das funções digestivas, no fortalecimento da absorção de nutrientes e antioxidantes e na prevenção de diversas doenças, desde as cardiovasculares até determinados tipos de câncer.

Os nutracêuticos incluem os alimentos funcionais e compostos bioativos como vitaminas, minerais e antioxidantes. Consumir alimentos nutracêuticos é uma das maneiras de manter um estilo de vida saudável.

É importante lembrar que os alimentos nutracêuticos também podem ser chamados de alimentos funcionais. Os nutracêuticos abrangem desde nutrientes isolados e suplementos nutricionais, até alimentos que podem ser naturais, modificados ou enriquecidos, ditos funcionais porque desempenham funções benéficas à saúde, além das básicas de nutrição do organismo.

Exemplos de nutracêuticos são chá verde, couve, damasco, folhas, frutas cítricas, frutas vermelhas, gergelim, linhaça, morango, nozes, peixes de água fria, pimentão, repolho, soja, tomate, uvas. Também se enquadram nessa categoria os compostos bioativos, como ômega 3, vitamina C, betacaroteno e magnésio.

Apesar dos benefícios à saúde, os nutracêuticos não são considerados remédios e podem ser comprados sem receita. Para resultados mais focados na necessidade nutricional de cada um, sem risco de superdosagem, o recomendado é que consulte um nutricionista para que realize a prescrição correta.

Uma dica para evitar o exagero é seguir as indicações do rótulo do produto. Todos devem ter selo da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), indicando que as dosagens foram testadas e aprovadas. Se for manipulado na farmácia, peça orientação sobre as doses ao farmacêutico responsável.

Mas não esqueça: para que tenha como resultado a saúde e beleza são necessários que alie uma dieta balanceada à prática de exercícios físicos regulares.
 
 
 

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pigmento alfa-caroteno reduz chances de doenças do coração, AVC e câncer



Depois de acompanhar mais de 15 mil pacientes por 18 anos, pesquisadores concluem que a ingestão do pigmento alfa-caroteno reduz as chances de a pessoa desenvolver doenças do coração, AVC e câncer. O alimento com maior concentração da substância é a cenoura

Dominique Lima

Que tal adicionar mais cor laranja ao cardápio? Vale abóbora, moranga, mas o principal item deve ser a cenoura. A iniciativa pode prevenir diversas doenças crônicas, como problemas cardíacos e o câncer. É o que comprova uma pesquisa feita pela Associação Médica Americana, nos Estados Unidos, publicada no mês passado. O estudo aponta a capacidade da substância alfa-caroteno — um poderoso antioxidante presente nesses alimentos — de evitar complicações que podem levar à morte.


Os pesquisadores relacionaram a quantidade de alfa-caroteno no sangue com o risco de morte em 15.318 pessoas acompanhadas por 18 anos, de 1988 a 2006. A conclusão é que uma alta concentração da substância pode diminuir em até 39% as chances de morte prematura causada por doenças coronárias, acidente vascular cerebral (AVC) ou câncer.

A receita para aumentar o nível de alfa-caroteno no sangue é simples: ingerir frutas e verduras, principalmente as de cor laranja. A variedade e quantidade consumidas também são importantes. Para um adulto, são necessárias, em média, entre três e quatro porções de fruta e duas a três porções de vegetais. Nesse caso, a preparação do alimento é outro fator que faz diferença. Cozidos, os vegetais apresentam maior quantidade do antioxidante. “Com o aumento da temperatura, há uma mudança na molécula do alfa-caroteno, que faz o organismo absorvê-lo em maior quantidade”, explica a nutricionista Fernanda Damas.

Alfa versus beta
Apesar dos benefícios constatados, o alfa-caroteno ainda não ficou tão conhecido como outro pigmento do mesmo grupo, o beta-caroteno, responsável pela coloração amarela de muitos alimentos. Com propriedades parecidas, o beta foi mais estudado ao longos dos anos porque é mais comum que o antioxidante similar. Assim, as vantagens do beta na prevenção de doenças são conhecidas há mais tempo.

No entanto, pesquisas sobre os suplementos de beta-caroteno mostram que os benefícios do uso dessa substância sozinha não são os mesmos de quando ela é associada a outros carotenoides. “Por isso é mais vantajoso ingerir os alimentos que contêm diversos antioxidantes associados, potencializando os efeitos positivos”, diz a nutricionista Fernanda.

Pesquisas anteriores que focaram o alfa-caroteno não haviam sido conclusivas. Um estudo japonês de 2005 traçou a relação entre as concentrações da substância e a menor incidência de câncer numa comunidade rural do país. Dois estudos norte-americanos de 2006, porém, não chegaram à mesma conclusão e questionaram a eficiência da substância. As diferenças no resultado, segundo o líder da pesquisa publicada mês passado, Chaoyang Li, da Associação Médica Americana, se devem à metodologia empregada, que inclui o número de pesquisados e a duração do estudo, entre outras variáveis.

Segundo o pesquisador, seu estudo é abrangente o bastante — teve 18 anos de duração e amostragem de mais de 15 mil pessoas — para ter credibilidade. De acordo com esses resultados, o alfa-caroteno é tão importante quanto outros carotenoides. “Estudos laboratoriais sugerem que o alfa-caroteno é 10 vezes mais efetivo na prevenção de certas formas de câncer no cérebro, fígado e pele que o beta”, revela Li, em entrevista por email para o Correio.

Dieta
O que o público em geral pode fazer com tal informação? Para o professor Li, inserir alimentos ricos no pigmento em sua dieta. “Como os suplementos alimentares que contêm antioxidantes não apresentam quase nenhuma quantidade de alfa-caroteno, presumimos que a fonte da substância continua a ser a ingestão de frutas e verduras”, diz. Estudos mostraram que mais de 75% da quantidade de alfa-caroteno ingerida é obtida da cenoura. Somam-se à hortaliça outros vegetais e frutas, como moranga, pimenta e laranja. Boa quantidade da substância também é achada em alimentos verde-escuros, como brócolis, ervilhas e rúcula (veja abaixo).

Sobre a dúvida de como ter certeza de que essa pesquisa é mais confiável que aquelas que diziam ser o beta-caroteno a melhor maneira de prevenir doenças graves, o pesquisador reconhece que as pesquisas não são definitivas. “Os resultados não especificam a relação entre alfa-caroteno e outros antioxidantes e se o consumo dessa substância separada das outras não teria o mesmo resultado incipiente do consumo de beta-caroteno”, afirma. Mas ele ressalta que foi definitivamente comprovada a redução de risco de doenças graves com o consumo de alimentos ricos em alfa-caroteno. Assim, a maneira certa de aproveitar a descoberta é inserir cenoura no cardápio. E moranga, e laranja, e brócolis, e espinafre.

COR
O alfa-caroteno é um pigmento natural presente em frutas e verduras, em especial as de cor laranja, do grupo dos carotenoides. Formado por hidrogênio e carbono, tem propriedades antioxidantes, ou seja, bloqueia os efeitos negativos dos radicais livres nas células do corpo.

PELE
Por conta das propriedades antioxidantes, que combatem os radicais livres, o consumo de substâncias carotenoides tem importância especial para a saúde da pele. A ingestão de alimentos ricos em alfa e beta-caroteno evita o aparecimento de manchas e rugas. Tais propriedades fazem ainda mais diferença durante o verão. Isso porque elas combatem os efeitos negativos da radiação solar. “O caroteno também auxilia na pigmentação da pele, melhorando o bronzeado”, conta a nutricionista Fernanda Damas.

Ranking
Concentração de alfa-caroteno nos alimentos (ug/100g)
» Cenoura cozida, enlatada ou congelada - 3.700
» Cenoura crua - 3.600
» Moranga - 3.800
» Pimenta-vermelha - 60
» Laranja - 20
» Ervilha - 16
Fonte: Mangels et al (Associação Médica Americana, 1993) - Correio Braziliense














































































terça-feira, 2 de novembro de 2010

Corantes utilizados nos alimentos podem representar um risco para saúde

Na hora da refeição todos gostam de uma comida gostosa, bonita e colorida. Penar na mesa colorida dá água na boca. E nos supermercados muita gente não lê a embalagem do que leva para casa.

E é aí que está o problema, pois nem tudo que salta aos olhos faz bem para a saúde, pricipalmente o colorido demais. É preciso ter cuidado pois para chamar a atenção do consumidor as indústrias usam corantes que deixam os alimentos mais bonitos de se ver, alguns desses corantes são extraídos até de insetos.

Alimentos e bebidas que vendem mais nem sempre são os mais saudáveis. Isso porque, na hora de comprar, o consumidor leva em conta a aparência do produto. "Se estiver feio, eu não vou levar", revela um jovem.
E para realçar o visual das mercadorias, as indústrias de alimentos investem nos corantes. "Parece que é mais gostoso. Dá essa impressão", aponta uma senhora.

Um supermercado chegou a oferecer salsicha sem corante, mas não conseguiu vender nenhuma. É visível a diferença de cor entre a que tem e a que não tem corante. "O produto fica com uma apresentação feia sem o corante, e o consumidor acaba não comprando", afirma o gerente do supermercado Roberto Dias.
Para colorir os produtos, as indústrias utilizam até insetos. A cochonilha, uma praga das lavouras, vira corante natural para iogurtes. "Apesar de ele ser retirado de um inseto, ele é um corante puro, não acarreta risco ao seu uso e tem uma característica bastante importante. Ele é um corante bastante estável, diferente de vários outros corantes naturais que se degradam rapidamente”, diz o químico Paulo Carvalho, do Instituto de Tecnologia de Alimentos.

E os corantes artificiais também costumam passar despercebidos. Não é para menos. Nas embalagens, as letras são bem pequenas. "Eu tenho aqui o vermelho, que ele coloca vermelho 40. Então, ele é bem artificial. Como é que o leigo vai poder identificar esse tipo de corante, se é o melhor para o filho dela, para ela consumir”, afirma a nutricionista Roseli Rossi.

Os produtos que mais tem corantes artificiais são justamente aqueles muito consumidos pelas crianças: balas, doces refrigerantes. E os pais devem estar atentos, porque os corantes podem provocar problemas de saúde.

"Bronquite, problemas neurológicos, como déficit de atenção nas crianças, depressão, problemas de hiperatividade, distúrbios gástricos até chegar, inclusive, a um choque anafilático. O melhor mesmo seria a gente ir para a feira, comprar frutas, que sairiam muito mais barato e fazer o nosso próprio suco em casa que, com certeza, iríamos consumir muito mais vitaminas, minerais, deixando de consumir todas essas substâncias tóxicas que o nosso organismo não foi preparado para absorver, metabolizar e aproveitar”, diz a nutricionista Roseli Rossi.

Fonte: Bom Dia Brasil (GLOBO)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Holandeses desenvolvem carne de porco com célula-tronco suína


Cientistas não provaram as tiras que resultaram da experiência. Iguaria de laboratório é mole, úmida e com pouca proteína.

Cientistas holandeses anunciaram nesta sexta-feira (15) ter desenvolvido uma técnica que converte células-tronco de músculos de porcos em carne suína: não saiu uma bisteca vistosa, só um pedacinho de 1 centímetro. Eles apresentaram o achado como um caminho para, algum dia, oferecer uma “alternativa verde” à suinocultura, mas admitiram que não chegaram a provar a iguaria.

“Se extraírmos células-tronco de um porco e multiplicarmos por 1 milhão, vamos precisar de 1 milhão de porcos a menos para obter a mesma quantidade de carne”, calculou Mark Post, biólogo da Universidade Maastricht que participa do In-vitro Meat Consortium, uma rede de instituições de pesquisa holandesas que contam com financiamento público para tocar os experimentos.

A carne de laboratório é mole e úmida, e tem menos proteína que a carne “convencional” – portanto, não deve ter gosto de carne de porco.

Uma série de outros grupos – americanos, escandinavos e japoneses – também pesquisam modos de criar carne em laboratório. A Nasa investiu em projeto similar na esperança de que seus astronautas pudessem fabricar no espaço carne para consumo das tripulações. Após resultados desapontadores, acabou desistindo.

“Desde que seja suficientemente barato e tenha sido provado que é cientificamente válido, eu não vejo nenhuma razão para que as pessoas não queiram comer isso”, disse Stig Omholt, especialista em genética da Universidade de Ciências da Vida da Noruega. “Considerando salsichas e outras coisas que as pessoas estão dispostas a comer hoje em dia, isso (comer carne de laboratório) não deveria ser um grande problema.”

Fonte: G1 (GLOBO)

Pão existe há 30 mil anos, conclui estudo


Ele era quebradiço como uma bolacha e não muito saboroso, diz cientista. Evidências foram localizadas na Itália, Rússia e República Tcheca.

Grãos de amido encontrado em pedras de moinhos de 30 mil anos atrás sugerem que os homens pré-históricos já comiam uma forma de pão chato, contrariando a imagem popular de que eram predominantemente carnívoros.

As conclusões, publicadas na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS) nesta segunda-feira (18), indicam que europeus do paleolítico moíam raízes semelhantes à batata para fazer uma farinha que era depois batida até virar uma massa.

"É como um pão chato, como uma panqueca só com água e farinha", disse a pesquisadora no Instituto Italiano de Pré-História e História Primitiva, Laura Longo.

"Você pode fazer uma espécie de pita (pão sírio) e cozinhá-lo numa pedra quente", disse ela, explicando como a equipe replicou o processo. O produto final era "quebradiço como uma bolacha, mas não muito saboroso", acrescentou ela.

As pedras, que cabem na mão de um adulto, foram descobertas em sítios arqueológicos da Itália, Rússia e República Tcheca.

Até agora, a evidência mais antiga do uso da farinha eram pedras de 20 mil anos atrás, localizadas em Israel.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O consumo diário de sementes pode ajudar na redução do colesterol ruim

 
As sementes podem ser usadas para controlar o colesterol ruim. Um especialista explica como preparar um kit de castanhas com frutas secas e quais são as porções exatas de sementes que a gente precisa comer por dia.

Essa foi solução encontrada pelo Wilson Aparecido Rabelo na luta contra o colesterol. “Chegava a mais de 450, sendo que o ideal é 200. Hoje está próximo de 200", diz o administrador de empresa.

A receita do médico da Unicamp é baseada em pesquisas mundiais que comprovam a ação de sementes e castanhas no combate ao colesterol. Algumas agem no organismo como um remédio.

“As nozes são utilizadas para a prevenção de problemas cardiovasculares. O pistache reduz o nível de colesterol. A castanha do Pará tem o ômega 6 que também tem uma ação na redução do colesterol. E a própria castanha de caju, além do alto teor protéico, ela também reduz o colesterol”, explica Edson Credidio, nutrólogo da Unicamp.

Para obter o resultado medicinal é preciso disciplina. Os alimentos devem ser consumidos todos os dias, de forma controlada. “No caso das nozes para prevenção de doença cardiovascular, uma noz, que são duas tampinhas. O pistache, 40 gramas, aproximadamente uma colher de sopa. A castanha do Pará uma unidade por dia e a castanha de caju, duas a três unidades dia", diz o nutrólogo.

Para quem trabalha fora, outra orientação é fazer um kit anti-colesterol com frutas secas e castanhas. A sugestão tem tâmara, damasco, ameixa e uma noz inteira, que são as duas metades. O saquinho tem a porção na medida indicada. É fácil carregar e deve ser consumido entre as refeições. Um kit de manha e outro à tarde.

“O kit além de saudável é extremante barato. Como a fruta é seca não estraga, pode deixar na bolsa, no porta luvas do carro, na gaveta do trabalho e tentar comer a cada três horas", explica Edson Credidio.
 
Assista o Vídeo: http://is.gd/fFlsI
 
Fonte: G1 (GLOBO)